O TRABALHO DOCENTE NAS ESCOLAS DE EMPREENDEDORISMO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: OS DESAFIOS DO ENSINO DE FILOSOFIA NO NOVO ENSINO MÉDIO
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CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA
Resumo
La presente investigación tiene como objetivo discutir el trabajo del profesor de Filosofía em las escuelas de Empreendimento del Estadio de Río de Janeiro en la Nueva Escuela Secundaria en esta segunda década del siglo XXI. Com el objetivo de analizar la diminuición de la carga horária de las disciplinas de Ciencias Humanas em la Escuola Secudária especialmente de Filosofía, donde solo aparece em el primer año, la redirección del trabajo docente a la Nueva Escuela Secundaria y a la enseñanza del impreendimiento. Además de analizar el currículum de empreendimeinto, que condiciona al alumno a aceptar la precarización del trabajo, la expropiación de los derechos laborales y el pejotismo. Evidenciando como la enseñanza del empreendimento y la BNCC cumplen com la Reforma Laboral de dois mil e diecisiete, contemplando um plan de estúdios de ducación compatible com las nuevas competências del nuevo modelo de empleado que garantiza uma fuerza de trabajo adaptada a las transformaciones neoliberales del capitalismo internacional, um trabajador sin derechos y sin seguridade de um trabajo registrado, que trabaja por CNPJ. Esta investigación se basa em el análisis de reflexiones bibliográficas em la BNCC, em la Reforma de la Escuela Secundaria de las escuelas del Estado de Río de Janeiro, em la Reforma Laboral, em mi experiência como profesora de Ciências Humanas em SEEDUC-RJ y em diálogos com mis assessores.
A presente pesquisa tem por finalidade discutir sobre o trabalho do professor de Filosofia nas escolas de Empreendedorismo do Estado do Rio de Janeiro no Novo Ensino Médio, nessa segunda década do século XXI. Tendo como objetivo analisar a diminuição da carga horária das disciplinas de Ciências Humanas no Ensino Médio, especialmente de Filosofia, que passou a constar apenas no primeiro ano, o redirecionamento do trabalho docente com cursos ofertados aos professores da SEEDUC-RJ, adaptando-o ao Novo Ensino Médio e ao ensino de empreendedorismo. Além de analisar o currículo de empreendedorismo, o qual condiciona o educando a aceitar a precarização do trabalho, a expropriação dos direitos trabalhistas e ao pejotismo. Evidenciando como o ensino de empreendedorismo e a BNCC estão em conformidade com a Reforma Trabalhista de dois mil e dezessete, contemplando um currículo de educação compatível com as novas competências do novo modelo de empregado, que garante uma força de trabalho adaptada às transformações neoliberais do capitalismo internacional, um trabalhador sem direitos e sem segurança de um trabalho registrado, ou seja, aquele que trabalha por CNPJ. Esta pesquisa se fundamenta na análise de reflexões bibliográficas, na BNCC, na Reforma do Ensino Médio das escolas do estado do Rio de Janeiro, na Reforma Trabalhista, na minha experiência como professora de Ciências Humanas na SEEDUC-RJ e nos diálogos com meus orientadores.
A presente pesquisa tem por finalidade discutir sobre o trabalho do professor de Filosofia nas escolas de Empreendedorismo do Estado do Rio de Janeiro no Novo Ensino Médio, nessa segunda década do século XXI. Tendo como objetivo analisar a diminuição da carga horária das disciplinas de Ciências Humanas no Ensino Médio, especialmente de Filosofia, que passou a constar apenas no primeiro ano, o redirecionamento do trabalho docente com cursos ofertados aos professores da SEEDUC-RJ, adaptando-o ao Novo Ensino Médio e ao ensino de empreendedorismo. Além de analisar o currículo de empreendedorismo, o qual condiciona o educando a aceitar a precarização do trabalho, a expropriação dos direitos trabalhistas e ao pejotismo. Evidenciando como o ensino de empreendedorismo e a BNCC estão em conformidade com a Reforma Trabalhista de dois mil e dezessete, contemplando um currículo de educação compatível com as novas competências do novo modelo de empregado, que garante uma força de trabalho adaptada às transformações neoliberais do capitalismo internacional, um trabalhador sem direitos e sem segurança de um trabalho registrado, ou seja, aquele que trabalha por CNPJ. Esta pesquisa se fundamenta na análise de reflexões bibliográficas, na BNCC, na Reforma do Ensino Médio das escolas do estado do Rio de Janeiro, na Reforma Trabalhista, na minha experiência como professora de Ciências Humanas na SEEDUC-RJ e nos diálogos com meus orientadores.
