ENSINO DE FILOSOFIA A PARTIR DA UTILIZAÇÃO DOS RPGs: DISCUSSÃO FILOSÓFICA POR MEIODOS JOGOS DE INTERPRETAÇÃO DE PAPÉIS NO ENSINO MÉDIO
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CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA
Resumo
This work presents the possibility of using games, especially RPGs, as tools in the practice of teaching philosophy for the classroom in the context of high school, highlighting elements that enhance the discussions and philosophical themes through playful activities that include actions and attitudes such as imagination, engagement, socialization, speech, uninvisibilization, cooperation, creativity and otherness. By presenting elements of the game from the perspective of thinkers of philosophy (Huizinga and Walter Benjamin for the philosophy of culture) of education (Vygotsky and the psychology of education) and game design (Katie Salen and Erick Zimmerman), we construct a look at the game of role interpretation as a possibility in creating authoritative and cooperative discussion and problematization environments. The recognition of the game and its encouraging aspects of thought and reflection in the form of an appropriation of the real or recreation, or, even, miniaturization of the relations, in and with the real, allows the fictional narrative to make a significant reinterpretation of the philosophical themes and life. The objective is to present the game as one more pedagogical tool, as we understand other activities such as art, music, comics, literature and cinema, which are beneficial in their possibilities of criticism and knowledge appropriation, commonly present in textbooks. At the end of the study, we present a didactic product that brings together the characteristics presented in the form of a tool for the classroom, allowing its use by high school teachers so that it can be useful for educators with or without the previous culture of the game, as can be seen in the experience report in a high school.
Este trabalho apresenta a possibilidade de se usar jogos, em especial o RPG, como ferramentas na prática do ensino de filosofia para a sala de aula no âmbito do ensino médio, destacando elementos potencializadores das discussões e temas filosóficos por meiode atividades lúdicas onde figuram ações e atitudes como a imaginação, engajamento, socialização, fala, desinvisibilidade, cooperação, criatividade e alteridade. Ao apresentar elementos do jogo pela perspectiva dos pensadores da filosofia (Huizinga e Walter Benjamin pela filosofia da cultura) da educação (Vygotsky e a psicologia da educação) e do game design (Katie Salen e Erick Zimmerman), construímos um olhar sobre o Jogo de Interpretação de Papéis como possibilidade na criação de ambientes de discussão e problematização de forma autoral e cooperativa. O reconhecimento do jogo e de seus aspectos incentivadores do pensamento e da reflexão na forma de uma apropriação do real ou recriação, ou, ainda, miniaturização das relações, no e com o real, permite no fazer da narrativa ficcional uma releitura significante dos temas filosóficos e da vida. O objetivo é apresentar o jogo como mais uma ferramenta pedagógica, na medida em que entendemos outras atividades como arte, música, quadrinhos, literatura e o cinema, proveitosas em suas possibilidades de crítica e apropriação do conhecimento, comumente presentes nos livros didáticos. Apresentamos ao final do estudo um produto didático que reúne as características demonstradasna forma de uma ferramenta para a sala de aula, permitindo sua utilização por professores do ensino médio de forma que possa ser útil para educadores com ou sem a prévia cultura do jogo, como pode ser visto no relato de experiência em uma escola do Ensino Médio.
Este trabalho apresenta a possibilidade de se usar jogos, em especial o RPG, como ferramentas na prática do ensino de filosofia para a sala de aula no âmbito do ensino médio, destacando elementos potencializadores das discussões e temas filosóficos por meiode atividades lúdicas onde figuram ações e atitudes como a imaginação, engajamento, socialização, fala, desinvisibilidade, cooperação, criatividade e alteridade. Ao apresentar elementos do jogo pela perspectiva dos pensadores da filosofia (Huizinga e Walter Benjamin pela filosofia da cultura) da educação (Vygotsky e a psicologia da educação) e do game design (Katie Salen e Erick Zimmerman), construímos um olhar sobre o Jogo de Interpretação de Papéis como possibilidade na criação de ambientes de discussão e problematização de forma autoral e cooperativa. O reconhecimento do jogo e de seus aspectos incentivadores do pensamento e da reflexão na forma de uma apropriação do real ou recriação, ou, ainda, miniaturização das relações, no e com o real, permite no fazer da narrativa ficcional uma releitura significante dos temas filosóficos e da vida. O objetivo é apresentar o jogo como mais uma ferramenta pedagógica, na medida em que entendemos outras atividades como arte, música, quadrinhos, literatura e o cinema, proveitosas em suas possibilidades de crítica e apropriação do conhecimento, comumente presentes nos livros didáticos. Apresentamos ao final do estudo um produto didático que reúne as características demonstradasna forma de uma ferramenta para a sala de aula, permitindo sua utilização por professores do ensino médio de forma que possa ser útil para educadores com ou sem a prévia cultura do jogo, como pode ser visto no relato de experiência em uma escola do Ensino Médio.
