TORNANDO-SE NEGRO NA REDE E NA RODA: MASCULINIDADES E NEGRITUDES NO HIP-HOP

dc.contributor.advisorFABIO SAMPAIO DE ALMEIDA
dc.contributor.advisorCategoryPERMANENTE
dc.contributor.advisorCountryBrasil
dc.contributor.advisorOnBoardSim
dc.contributor.advisorTypeDocente
dc.contributor.authorWALLACE OLIVEIRA MODESTO
dc.contributor.coAdvisor1PATRICIO PEREIRA ALVES DE SOUSA
dc.contributor.principalAdvisorSim
dc.contributor.referee1FABIO SAMPAIO DE ALMEIDA
dc.contributor.referee2MARIA CRISTINA GIORGI
dc.contributor.referee3PATRICIO PEREIRA ALVES DE SOUSA
dc.contributor.referee4PAULO MELGACO DA SILVA JUNIOR
dc.contributor.referee5VIVIANE CONCEICAO ANTUNES
dc.date.accessioned2026-07-23T15:06:11Z
dc.date.issued13/12/2021
dc.date.orientationEnd13/12/2021
dc.date.orientationStart26/08/2019
dc.description.abstractEsta investigación pretende reflejar hasta qué punto el Hip-Hop actúa en la construcción discursiva de masculinidades negras en un contexto periférico. En este sentido, nos centramos en las prácticas discursivas producidas en un evento organizado por el Proyecto Cultural Familia Lanatanpa, en el formato de live en su perfil en la red social Instagram (@familialanatanpa). El proyecto en cuestión es una oportunidad de contacto de adolescentes del barrio Pantanal, en el municipio de Duque de Caxias, en la Baixada Fluminense de Rio de Janeiro, con el movimiento Hip-Hop, con el fin de posibilitar caminos de expresión, creación colectiva y producción artística, como una alternativa a la sociabilidad marginada producida por el racismo, la delincuencia y el tráfico. Partiendo de un marco teóricometodológico de los estudios del discurso, especialmente en referencia al Análisis del Discurso (DEUSDARÁ; ROCHA, 2018), la noción de lenguaje-intervención (ROCHA, 2006) y los modalizadores como marcas lingüísticas (KOCH, 2009), de reflexiones sobre la negritud (MUNANGA, 2003; HALL, 2006) y masculinidades (NASCIMENTO, 2018; CONNELL, 1997) y considerando las limitaciones de este texto, los análisis aquí propuestos se centran en cómo ocurre la construcción discursiva de las masculinidades negras en extractos de discursos producidos por los participantes de la transmisión en vivo "Masculinidades negras". Como resultado del análisis, se observaron construcciones y reconstrucciones plurales de masculinidades negras aliadas a la masculinidad antirracista y rupturas con la llamada masculinidad hegemónica. Finalmente, se proyectaron propuestas con un propósito educativo que evidencian las posibilidades del diálogo hip-hop como una herramienta para un letramiento de reexistencia (SOUZA, 2009) ambiente escolares
dc.description.abstractA presente pesquisa tem por objetivo refletir em que medida o Hip-Hop atua na construção discursiva de masculinidades negras em contexto periférico. Nesse sentido, focalizamos práticas discursivas produzidas em um evento organizado pelo Projeto Cultural Família Lanatanpa, no formato de live em seu perfil na rede social Instagram (@familialanatanpa). O projeto em questão oportuniza o contato de adolescentes do bairro Pantanal, no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, com o movimento Hip-Hop, a fim de viabilizar caminhos de expressão, criação coletiva e produção artística, como alternativa a sociabilidades marginalizadas produzidas pelo racismo, criminalidade e tráfico de drogas. Partindo de um referencial teórico metodológico dos estudos do discurso — especialmente no que se refere à Análise do Discurso (DEUSDARÁ; ROCHA, 2018), à noção de linguagem-intervenção (ROCHA, 2006) e aos modalizadores como marcas linguísticas (KOCH, 2009), das reflexões sobre negritude (MUNANGA, 2003; HALL, 2006) e masculinidades (NASCIMENTO, 2018; CONNELL, 1997), e considerando as limitações deste texto, as análises aqui propostas têm como foco o modo como se dá a construção discursiva de masculinidades negras em excertos de fala produzidos por participantes da live “Masculinidades Negras”. Como resultado da análise observou-se construções e reconstruções plurais de masculinidades negras aliadas à luta antirracista e rupturas com a masculinidade dita hegemônica. Por fim elencou-se proposições com fim educativo evidenciando possibilidades do diálogo do Hip-Hop como ferramenta para um letramento de reexistência, (SOUZA, 2009) em ambiente escolarpt
dc.description.refereeCount5
dc.description.sponsorshipCount1
dc.format.pages92
dc.hasResearchProjectRacismos, identidades e discursos: construção de sentido e produção de subjetividade
dc.identifier.capes31022014006P6
dc.identifier.lattesAdvisor4657559182873259
dc.identifier.lattesCoAdvisor14981821970330140
dc.identifier.lattesReferee14657559182873259
dc.identifier.lattesReferee23398338705307661
dc.identifier.lattesReferee34981821970330140
dc.identifier.orcidAdvisor0000-0002-1710-352X
dc.identifier.orcidCoAdvisor10000-0003-4347-7557
dc.identifier.orcidReferee10000-0002-1710-352X
dc.identifier.orcidReferee20000-0001-5347-6115
dc.identifier.orcidReferee30000-0003-4347-7557
dc.identifier.orcidReferee40000-0002-4301-9305
dc.identifier.other11142093
dc.identifier.pg204619
dc.identifier.urihttps://repositorio.cefet-rj.br/handle/123456789/437
dc.language.isopt_BR
dc.publisherCENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA
dc.publisher.institutionCENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA
dc.publisher.institutionSiglaCEFET-RJ
dc.publisher.institutionSiglaAuthorCEFET-RJ
dc.publisher.programRelações Étnico-Raciais
dc.rightsAberto
dc.status.consistentSim
dc.subjectREPERTÓRIOS ARTÍSTICOS E CULTURAIS NA CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADES ÉTNICO-RACIAIS
dc.subject.cnpqINTERDISCIPLINAR
dc.subject.concentrationRELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
dc.subject.keywordsMasculinidades negras
dc.subject.keywordsAnálisis del discurso
dc.subject.keywordsHip-Hop
dc.subject.keywords: Masculinidades negras
dc.subject.keywordsAnálise do discurso
dc.subject.keywordsHip-Hop.
dc.titleTORNANDO-SE NEGRO NA REDE E NA RODA: MASCULINIDADES E NEGRITUDES NO HIP-HOP
dc.typeDISSERTAÇÃO

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