REPRESENTATIVIDADE IMPORTA SIM! O AFROLETRAMENTO NA FORMAÇÃO DA PEQUENA LEITORA
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CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA
Resumo
The present work aims to investigate the children's books belonging to Clubinho Preto and their influence on the practices of afroliteracy in the family space that reverberate in other spaces that the child attends such as school. Children need to recognize themselves as subjects and authors of their own history, to know the history of their ancestors, not only as individuals who were enslaved, but who even enslaved fought for their freedom. We live in a society ruled by racism, prejudice and discrimination; discussing these issues in the school and family environment is still quite controversial and complex, as Cavalleiro (2006) rightly states. However, it is a matter that needs to be reflected and discussed by all the characters who work in the school, especially in the first segment of Elementary School and in literacy classes. paradigms. According to Ramos (2015), silencing, invisibility and non-recognition are historical dimensions that mark the references of Afro-Brazilian and African culture in the Brazilian school environment. Our initial hypothesis tells us that using children's literature with positive Afro-Brazilian and African references serves as a stimulus for the construction of an education based on the denaturalization of social racist practices, leading the child to understand their ancestry, through respect and appreciation of their ancestry, thus culminating in the strengthening of their selfesteem.
O presente trabalho tem como objetivo investigar os livros infantis pertencentes ao Clubinho Preto e sua influência nas práticas de afroletramento no espaço familiar que passam a reverberar nos demais espaços que a criança frequenta como a escola. As crianças precisam se reconhecer enquanto sujeitos e autores da própria história, conhecer a história de seus ancestrais, não apenas como indivíduos que foram escravizados, mas que mesmo escravizados lutaram pela sua liberdade. Convivemos numa sociedade pautada pelo racismo, preconceito e discriminação; discutir essas questões no ambiente escolar e familiar ainda é bastante polêmico, complexo, como bem afirma Cavalleiro (2006). Entretanto, trata-se de um assunto que precisa ser levado à reflexão e discutido por todos os personagens que atuam na escola, principalmente no primeiro segmento do Ensino Fundamental e nas classes de alfabetização. A escola é um espaço de grande importância para a quebra de paradigmas. De acordo com Ramos (2015), o silenciamento, a invisibilidade e o nãoreconhecimento são dimensões históricas que marcam os referenciais da cultura afrobrasileira e africana no âmbito escolar brasileiro. A nossa hipótese inicial nos diz que utilizar a literatura infantil com referências afro-brasileiras e africanas positivas serve como estímulo para a construção de uma educação pautada na desnaturalização de práticas racistas sociais, levando a criança a compreender sua ancestralidade, por meio do respeito e valorização da sua ancestralidade, culminando assim no fortalecimento da sua auto-estima.
O presente trabalho tem como objetivo investigar os livros infantis pertencentes ao Clubinho Preto e sua influência nas práticas de afroletramento no espaço familiar que passam a reverberar nos demais espaços que a criança frequenta como a escola. As crianças precisam se reconhecer enquanto sujeitos e autores da própria história, conhecer a história de seus ancestrais, não apenas como indivíduos que foram escravizados, mas que mesmo escravizados lutaram pela sua liberdade. Convivemos numa sociedade pautada pelo racismo, preconceito e discriminação; discutir essas questões no ambiente escolar e familiar ainda é bastante polêmico, complexo, como bem afirma Cavalleiro (2006). Entretanto, trata-se de um assunto que precisa ser levado à reflexão e discutido por todos os personagens que atuam na escola, principalmente no primeiro segmento do Ensino Fundamental e nas classes de alfabetização. A escola é um espaço de grande importância para a quebra de paradigmas. De acordo com Ramos (2015), o silenciamento, a invisibilidade e o nãoreconhecimento são dimensões históricas que marcam os referenciais da cultura afrobrasileira e africana no âmbito escolar brasileiro. A nossa hipótese inicial nos diz que utilizar a literatura infantil com referências afro-brasileiras e africanas positivas serve como estímulo para a construção de uma educação pautada na desnaturalização de práticas racistas sociais, levando a criança a compreender sua ancestralidade, por meio do respeito e valorização da sua ancestralidade, culminando assim no fortalecimento da sua auto-estima.
