O GIRO DECOLONIAL COMO PEDAGOGIA LIBERTÁRIA
Carregando...
Data
Autores
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA
Resumo
This dissertation explores the decolonial turn as a liberatory pedagogy, with the aim of understanding the potential of this approach for the critical and emancipatory transformation of education. The decolonial turn, as an intellectual and political movement, questions colonial structures of power, knowledge and identity, proposing a break with dominant narratives and a revaluation of subalternised knowledge, especially that originating from indigenous peoples, Africans and other colonial diasporas. The proposal for a decolonial libertarian pedagogy is based on the premise that education should be a space for resistance and reconfiguration of the power relations established by the colonial, racist and capitalist structures that still permeate educational institutions. In this sense, the dissertation analyses how the principles of freedom, autonomy, horizontality and plurality - central characteristics of libertarian pedagogy - can be enhanced by a decolonial perspective, which challenges hegemonic Western epistemologies and seeks to build educational alternatives that respect local cultures and knowledge. Based on this analysis, the aim is to demonstrate how the decolonial turn, with the reading of Latin, Afro-Brazilian and indigenous authors, gives rise to a popular education that not only frees the subject from the epistemological and ontological imposed by coloniality, but also empowers them to create new ways of knowing and doing in the educational context. Finally, the dissertation proposes ways of tackling the challenges of teaching philosophy by implementing an educational product in the creation of a YouTube channel called ‘Philosophy without a secret’ to emphasise decolonial pedagogical practices working on various topics in educational contexts, stressing the importance of a pedagogy that recognises cultural plurality,values local knowledge and promotes the emancipation of subjects, especially those who have historically been marginalised.
A presente dissertação traz o giro decolonial como pedagogia libertária, visando compreender as potencialidades dessa abordagem para a transformação crítica e emancipatória da educação. O giro decolonial, como movimento intelectual e político, questiona as estruturas coloniais de poder, conhecimento e identidade, propondo um rompimento com as narrativas dominantes e uma revalorização de saberes subalternizados, em especial aqueles oriundos de povos indígenas, africanos e de outras diásporas coloniais. A proposta de uma pedagogia libertária de base decolonial parte da premissa de que a educação deve ser um espaço de resistência e reconfiguração das relações de poder estabelecidas pelas estruturas coloniais, racistas e capitalistas que ainda permeiam as instituições educativas. Nesse sentido, a dissertação analisa como os princípios de liberdade, autonomia, horizontalidade e pluralidade – características centrais da pedagogia libertária – podem ser potencializados por uma perspectiva decolonial, que desafia as epistemologias ocidentais hegemônicas e busca a construção de alternativas educativas que respeitem as culturas e conhecimentos locais. A partir dessa análise, busca-se demonstrar como o giro decolonial com a leitura de autores latinos, afro brasileiros e indígenas suscitando para uma educação popular que não apenas liberte o sujeito do cinto epistemológico e ontológico imposto pelas colonialidades, mas também o empodere para a criação de novas formas de saber e fazer no contexto educacional. Por fim, a dissertação propõe caminhos para os desafios no ensino de filosofia junto a implementação de um produto educacional na criação de um canal chamado “Filosofia sem segredo” no Youtube para enfatizar as práticas pedagógicas decoloniais atuando em diversos temas com contextos educativos, enfatizando a importância de uma pedagogia que reconheça a pluriversidade cultural, valoriza os saberes locais e promova a emancipação dos sujeitos, especialmente daqueles que historicamente foram marginalizados.
A presente dissertação traz o giro decolonial como pedagogia libertária, visando compreender as potencialidades dessa abordagem para a transformação crítica e emancipatória da educação. O giro decolonial, como movimento intelectual e político, questiona as estruturas coloniais de poder, conhecimento e identidade, propondo um rompimento com as narrativas dominantes e uma revalorização de saberes subalternizados, em especial aqueles oriundos de povos indígenas, africanos e de outras diásporas coloniais. A proposta de uma pedagogia libertária de base decolonial parte da premissa de que a educação deve ser um espaço de resistência e reconfiguração das relações de poder estabelecidas pelas estruturas coloniais, racistas e capitalistas que ainda permeiam as instituições educativas. Nesse sentido, a dissertação analisa como os princípios de liberdade, autonomia, horizontalidade e pluralidade – características centrais da pedagogia libertária – podem ser potencializados por uma perspectiva decolonial, que desafia as epistemologias ocidentais hegemônicas e busca a construção de alternativas educativas que respeitem as culturas e conhecimentos locais. A partir dessa análise, busca-se demonstrar como o giro decolonial com a leitura de autores latinos, afro brasileiros e indígenas suscitando para uma educação popular que não apenas liberte o sujeito do cinto epistemológico e ontológico imposto pelas colonialidades, mas também o empodere para a criação de novas formas de saber e fazer no contexto educacional. Por fim, a dissertação propõe caminhos para os desafios no ensino de filosofia junto a implementação de um produto educacional na criação de um canal chamado “Filosofia sem segredo” no Youtube para enfatizar as práticas pedagógicas decoloniais atuando em diversos temas com contextos educativos, enfatizando a importância de uma pedagogia que reconheça a pluriversidade cultural, valoriza os saberes locais e promova a emancipação dos sujeitos, especialmente daqueles que historicamente foram marginalizados.
